terça-feira, 28 de outubro de 2008

Conto erótico-idiota (cont.)

Enquanto esperava pela saída da casa de banho de Ana Mocreia, Tibério lá ia matando mosquitos todo contente. Não é que estivesse particularmente nervoso, mas ao que parece a feijoada do almoço de Ana fez com que ela se demorasse um pouco mais do que estava previamente previsto... Passado algum tempo, o tão ansiado momento chegou. Abriu a porta, saiu uma fumarada de todo o tamanho, tal e qual quando se está a grelhar carne de porco num prédio, de janela fechada, para concentrar bem ali a fumaceira. Embora em contornos completamente distintos, a coisa traduziu-se praticamente no mesmo, o cheiro que de um e outro costuma sair é que era diferente, como é óbvio...

Marco Tibério entretanto andava a ver a sua novela venezuelana preferida ''Lacha-me el culo'. Pelo menos essa era definição que tinha no balde de cimento que usava por cima do pescoço que se chamava cabeça, que tão conpulsivamente a usava para demonstrar o quão idiota que por vezes podemos ser. Há de haver por aí algum filme pornográfico com esse nome, daí dizer isto.

Precisamente na cena em que Ramona, a personagem principal desse filmezito, ia tirar as cuecas Ana interrompeu a cena. Lá soltou um 'epá porra logo agora', mas depois de ver aquela fumaceira lá teve de elogiar a rapariga: ''A julgar pelo fumo, não me tinhas dito que tinhas um grelhador na casa de banho''. Calma, não passou de um pensamento...

Passemos à acção! A tal hora em que o pessoal tira a roupa para o chão para quando o acto acabar ter a roupa com uma boa litrada de pó em cima! Correu de forma cómica. Tudo começou com o romper do preservativo e ter de ir à farmácia mais próxima comprar outra caixa. Correu mal, estava tudo fechado. Ainda apareceu um cigano a vender uma suposta pomada milagrosa chamada tintol que resolvia o problema (fazendo esquecer o acto em questão enfim...) mas ele curiosamente não lhe deu crédito...

A solução passou por ir aos bombeiros e dar uma facada numa mangueira, pois a cabeça dele dizia que também servia... Três horas depois chegou ao quarto onde ela se encontrava já a dormir. Lá lhe deu com o pé de cabra para ela acordar, e ela respondeu lhe dando lhe um pontapé no joelho, ao que ele uivou de dor... Não do pontapé em si, mas porque ela soltou da jaula o seu esquilo de estimação e este mordeu lhe os pés a pensar que eram nozes. Só pôde ser os pés porque o esquilo além de vesgo era coxo e não podia trepar sequer um ser humano, quanto mais às árvores...

Mas a solução foi breve, a resolução do seu problema ficou resolvida quando deu um pastilho no bicho e foi uma velha que pela rua andava a ver um esquilo voador a ir ao encontro de um sempre simpático e tenrinho muro de pedra...

Mas depois disso entrou a parte da mangueirada, da pilada pondo em outros termos... Ela tirou o soutien, fez o que pôde para se pôr o mais sensual possível (rapou o buço, conta a lenda que era do interior logo...) , ele lá mostrou o quão tonificado era o seu corpo, tipo tony ramos, ou seja, do tipo macaco peludo, e lá acabaram os preparativos para o dito cujo....

Continua...

6 comentários:

DANTE disse...

Ok...começo a saber apreciar novelas.
Obrigado!!! lololololol

Um abraço

Andreia do Flautim disse...

Um bom dia para ti!

Rafeiro Perfumado disse...

Se o esquilo conseguisse trepar, ainda lhe mordia as nozes! ;)

Acho que a parte da novela merecia mais desenvolvimentos, pá. O tipo não tinha MEO para gravar?

Abraço!

Pedro Barata disse...

Ficamos à espera do final.

Saudações benfiquistas! ;)

White_Fox disse...

Ah, ah, ah! Continua excelente. Ri-me bué nesta parte: "Ela tirou o soutien, fez o que pôde para se pôr o mais sensual possível (rapou o buço, conta a lenda que era do interior logo...) , ele lá mostrou o quão tonificado era o seu corpo, tipo tony ramos, ou seja, do tipo macaco peludo, e lá acabaram os preparativos para o dito cujo...."

Alien David Sousa disse...

Grão,isto promete! lol Não é justo que na melhor parte eu tenha de ler: CONTINUA. :/


Beijinhos