quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Vida de cepo

Que dias maravilhosos estes. Acordar com um raio de sol em cheio no trombil, fazer o que é suposto fazer a seguir a levantar, ir para a faculdade plantar tremoços, que por outras palavras, é o mesmo que andar para ali a monte cheio de sono... Sinceramente ainda não me consegui habituar de novo a este tipo de rotina, no fim das contas um cepo que não faz desporto desde os tempos do secundário, ou seja, à três anos que não mexo uma palha para o que seja obviamente que se vai perdendo elasticidade...

Se fosse a pensar num desporto, provavelmente a primeira coisa que me sugeria seria arremesso de garrafas, que pressupõe que se tenha uma pedra qualquer na mão e se tenha de partir as garrafas, num acto do estilo do bowling, mas isso pouco ou nada me rende fisicamente, daí talvez voltar a fazer natação, desporto que fiz durante onze anitos... Ressalvando esses bons tempos em que ao fim de duas voltas de aquecimento já tinha a língua até ao chão do cansaço (pouco) acumulado. No entanto não desgostava da coisa, era rentável do ponto de vista alimentalício, e quero com isto dizer que chegava a casa com uma fome tão danada que só não trincava a cortiça das paredes porque não dava lá muito jeito e tal...

Mudando de assunto, há uns dias atrás disseram-me que como muita manteiga e que mais tarde posso vir a ter colesterol. Sucede que não faço do 'comer fiambre ou outra coisa qualquer' um costume... Mas há sempre aquela desculpa que eu dou ''Sou magrela como é possível?'', e aí discuto comigo mesmo a minha estupidez, acontece que teoricamente mesmo as pessoas magras podem ter este tipo de problemas, mas caramba, se eu quisesse ter colesterol comia um pernil de porco por dia...! Aliás, já me imagino a pedir um empréstimo ao banco para poder comprar um por dia, pois a mesada não dá para o gasto...

Era um ideia burlesca pela certa, mas tinha sua certa piada reparar na reacção dos empregados do banco ao dar essa resposta a uma pergunta a questionar para o quê exactamente iria fazer com o dinheiro... Mas pronto, talvez quando eu morrer eu deixe no testamento a minha 'ultima vontade', sempre havia um certo riso num momento negro que é o funeral de um imbecil qualquer...

1 comentário:

Andreia do Flautim disse...

Olha que o desporto faz bem! Pelo menos umas caminhadas! E o colesterol não tem nada a ver se és magro ou não!