domingo, 29 de junho de 2008

Irmãos em porrada

Por vezes estamos a descontrair num spot qualquer a comer uns lagostins do rio criados naquele mar chamado cativeiro e refletimos que não é preciso muito esforço para criar uma frase sem sentido como esta... É isto que terá dito a nova presidente do PSD no discurso da sua vitória no partido.

É apenas uma suposição, é obvio que ela pensou dizer que ia fazer umas bolachas de chocolate mal chegasse a casa, e fazia nem que faltasse chocolate em casa, o carvão existe para esse tipo de incidentes, mesma cor e tal......

Já na casa do Santana Lopes tudo há de ter reagido mal à pesada derrota. Já não vai haver mais entrevistas na Sic por uns tempos, já o Mourinho não vai ter de o interromper quando estiver a apresentar o seu novo modelo táctico à base de pão com chouriço a defesa direito....

Mas nem tudo é mágoa, agora sempre tem mais tempo a matar moscas e a plantar cebolas no seu pomar chamado matagal...

Já no próprio partido os apoiantes de uns e outros poderão agora protestar à vontade, por agora hão de estar na colecta. Com colecta depreende-se colecta de pedregulhos, bem como produção de fisgas para brincar aos cowboys dentro da sede do partido... Mas é sempre bom eles terem alguma coisa para fazer, ao fim ao cabo são assuntos importantes e só contribuem para a estabilização e credibilização do país, que bem precisa......

E assim se vive em Portugal...hipoteticamente, embora não fuja muito disto na teoria...

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Qualquer um pode ser um acarta-chatices!

Chega esta altura do ano e apetece mesmo dar um giro e desaparecer porta fora. Como hão de ter compreendido, chegou a altura das frequências, que é algo extremamente deplorável... Adoptando a política de faz-nada, posso dizer que este semestre é algo que pressupõe que vá me lixar forte e feio... Vejo uma luz no entanto, ao menos tenho duas lâmpadas no meu candeeiro convenhamos...duas em cinco, logo vejo bem à brava enfim...

Sinceramente o que existe de mais intrigante nesta vida marafada é não saber exactamente para o que se tem jeito para fazer. Ou seja, que rumo se dar à vida no momento da passagem do 12ºano para a faculdade. Como sempre estive em economia, acabei por optar por isto, mas confesso que ando bastante desiludido com isto, não é o que esperava...E embora pelo que percebi toda a gente tem este tipo de sentimento mal chega à universidade, pois existem sempre cadeiras mais chatas, verdade seja dita ando mesmo farto de todas as disciplinas que tenho tido...

O mais irónico é que a disciplina que eu me dei mal à dois anos atrás, quando soube que tive de repetir a matemática, é agora a que me sinto mais à vontade... Tudo o resto estou às escuras, só não dou trancadas nas paredes porque não é propriamente divertido fazê-lo!....

Mas depois penso (embora pensar seja curioso relativamente a mim..), se desistisse disto, o que faria depois? Há alternativas, claro que as há. Posso ir para um call center, macdonald's, feira da ladra vender pinhões ou...continuar. É que mudar de curso é difícil. Não é só mudar, é mudar para o quê, a questão é mesmo essa.

Por vezes pomos uma carreira com mais disponibilidades a nível de emprego e melhor rendimento financeiro à que realmente gostaríamos de seguir. Pensar no futuro, noutros termos. Se por um lado não é mau, por outro, podemos ter essa mágoa durante imenso tempo. Claro que há casos e casos. Cada vez mais pessoas com curso superior estão com cargos que em nada têem a ver com aquilo que lutaram e isso é igualmente triste.

Recordando um ano atrás, quando finalmente consegui passar a tão aclamada disciplina do chumbo, tinha algumas ideias base do que fazer a seguir, que passavam por isto que agora ando a estudar, no entanto, hoje em dia existem milhares de cursos profissionais pós-12ano ou mesmo alguns cursos mais 'obscuros' igualmente interessantes, o que se passa é que existe pouca divulgação dos mesmos, e quem se lixa, são os macambúzios que andam indecisos...

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Zangam-se as comadres

Parece que a falta de petróleo alastra-se a todo o país. As soluções estão longe de ser encontradas. Sinceramente há falta de carisma na liderança de Portugal. Quem fala deste problema pode falar de muitos outros, como promessas de não aumento dos impostos por parte desse senhor que se encontra a tomar conta do rumo do país, coisa que mal chegou lá tratou logo de contradizer-se... E depois é ver o nosso presidente da república a exercer firme confiança na mestria de nabo do nosso primeiro ministro, é só sorrisinhos...

Vamos por partes. Existe o exemplo do IA. O tão controverso imposto automóvel. Acontece que isso é coisa que em muitos países da Europa já não existe, e quando existe, não é tão alto o valor quanto cá. Pelo menos tendo em conta a diferença de carteira que existe cá e em outros países mais ricos. Recordo-me perfeitamente de quando saiu um determinado modelo da Mitsubishi. A versão mais pequena do Pajero, de nome Pajero Pinin. Sucede que o carro quando saiu custava apartir de cerca de 3700 contos. Pouco tempo depois surgiu um incremento do IA e ficou em cerca de 5500 contos o modelo base...

O termo 'vão roubar para a estrada' aqui nem se põe, porque a gente nem carro para andar na estrada temos desse jeito...

Vendo bem as coisas, à vinte e dois anos atrás, quando Portugal entrou na UE, quem não geriu bem as receitas que entraram no país foi o tipo que tem o cargo de andar a visitar Portugal e comer pasteis de nata pelo caminho, o sô doutor Cavaco Silva... Digo isto porque acontece que à uns tempos ouvi dizer que o país em 1992 esteve à beira da bancarrota... E porque é que isto aconteceu? Porque em 1990 entraram mais países na UE, o que fez com que Portugal recebesse menos fundos. A questão dos fundos era, logo de príncipio, para preparar o país para a entrada no mercado europeu, para obter a tão desejada competitividade, coisa que nunca existiu... Hoje em dia somos um país que se falissemos poderíamos viver dos fundos da Alemanha, que é um país riquíssimo e com estabilidade financeira mais que evidente...

Mas voltando ao assunto base, acontece que o país caiu na quase bancarrota devido em grande parte ao mau uso daquilo que entrava no país para ajudar, ou seja, o culpado foi o primeiro ministro da altura, ou seja, o nosso presidente da republica actual...

Decerto que é mau estar aqui a lamentar agora, mas confesso que o problema disto tudo está na raiz, e com isto quero dizer que se hoje existem tantos problemas a nível da educação, então como seria à vinte anos atrás? Se não se forma bons profissionais, como querem que o país vá para a frente? Mesmo o nosso primeiro ministro de agora obteve aquela polémica com aquela faculdade, que supostamente facilitou a sua licenciatura...

Existir pessoas inteligentes existem, só não existe é ''paciência'' para pôr isto a andar... Como país pessimista que somos, as nossas atitudes também o são, logo a modernização vai pelo mesmo caminho.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Questionário

Não me foi proposto, mas por acaso vi no blog do White Fox e achei interessante responder à minha maneira...Consiste em qualificar determinada coisa...Cá vai:

Família: Penso que dá jeito ter, se não a modos que tirava grande parte da piada de viver.
Homem: Falando de um modo colectivo, é aquele ser que vive para lixar o planeta...
Mulher: Sem elas é tudo ínsipido certamente...
Sorriso: Algo que depende do prato que estiver à minha frente na hora do almoço...
Perfume: Hugo Boss
Carro: Hei de começar com um charuto qualquer, de momento não existe...
Paixão: Geralmente só digo porcaria, não sei se conta...
Amor: É um sentimento que serve para mandar abaixo uma pessoa, embora também possua o efeito contrário...
Olhos: Relativamente a mim, são verdes, embora à primeira vista pareçam castanhos.
Sal: Pedras brancas que servem para dar gosto aos bifes de vaca?..
Chuva: Aqui dá se a resposta inteligente - Significa que está a chover....................
Livro: A Lei de Murphy do ano 2000. Não se trata bem de um livro, mas grande parte do meu vocabulário provém daí...e odeio tudo o que seja escrito pelo Saramago!
Filmes: Lord of the Rings
Músicas: Retira-se tudo aquilo que passa na orbital, e fico consideravelmente feliz, aliás, porventura das coisas que mais prezo na vida é mesmo música...Desde rock, reggae, 80's, trip hop, jazz, funk etc etc...
Dinheiro: Não se vive sem ele, e diz-se que não se é feliz com muito dele...
Silêncio: Gosto...
Solidão: Quando algo de mau acontece é uma boa fuga para espairecer...
Flor: Não sou 'qué frô', nunca dei a ninguém, talvez um dia quem sabe...
Sonhos: Sendo eu ligeiramente pessimista, é comum não existirem...
Cidade: A que vivo é cara, mas linda...
País: Se fosse mais estupido do que já sou, diria Ota........
Não vivo sem: Coração. (não me lixem tem uma certa lógica ^^)
Nunca deixo de ser: Eu próprio! Confesso que psicologicamente sou algo diferente do comum, não sei se é uma questão de parafusos, mas alguma coisa será...
Qualidades: É comum a primeira vez que me vêem estranharem um bocadinho, pois sou algo calado numa primeira instância, mas passado uns tempos fico mais brincalhão, e depois para conversas sem nexo eu costumo ter doutoramentos na matéria...
Defeitos: Tem dias que sou bastante pachorrento...
Gostos: Bons e maus...
Não passarei: a faculdade é lixada, vamos lá ver ao que me lixo daqui a uns tempos...
Detesto: Gente cínica e irritante. Peixe cozido e bróculos bleargh!
Pessoa: Certo dia o Nuno Gomes, jogador do benfica disse: ''Nós somos seres humanos como as pessoas'', não sei se serve de esclarecimento, embora tenha sido uma profetização daquelas.....

Fim

Conta-me como foi...

O Rock in Rio foi rentável. Escolha acertada o parque da belavista, local com colinas bem arejado, foi uma escolha plausível para o evento em questão, tinha imenso espaço para albergar tamanha quantidade de pessoal.

Confesso que adorei as actuações dos Muse e dos Offspring, o mesmo não poderei dizer dos Linkin Park ou Orishas, cada um por motivos diferentes. Com o primeiro que citei, acontece que desde que começaram a carreira que percebi que eram uma banda berrante. Digo essa palavra na verdadeira acepção da palavra que deu origem ao adjectivo que usei. Berram demais, está ali um gajo a cantar a forçar a voz para nada, e depois não só ele lixa-se a si mesmo ficando com a garganta feita em pó, como os nossos ouvidos são varridos da mesma forma... Já os Orishas, o que sucede é que é uma banda que nada tinha a ver com os outros artistas que vinham, e para mais, e resumindo realmente o que se passa com essa banda, apenas duas palavras servem - não prestam. Sem espinhas, mais nada!...

Um aspecto que não gostei lá muito foram os preços de cada artigo alimentalício. Sucede que aquilo era tão caro que preços daqueles só mesmo no algarve, em que certos sitios pede-se um café (daqueles maus mas a gente no momento não sabe), e paga-se euro e meio...

Mas nem tudo é mau e o espectáculo em si teve sua certa piada, foi produtivo...

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Rock in Rio

Amanhã, dia 6, lá estarei =)

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Azeda-me aí o leite se fazes favor

Já cá canta nova líder do partido social democrata! Será que desta vez a sua primeira medida é aumentar os impostos a todos os apoiantes do seu partido, visto que não dá para ser de toda a gente como fez no passado? (ainda que isto não seja propriamente possivel, criam-se decretos lei idiotas para alguma coisa certamente...)