quinta-feira, 23 de abril de 2009

Cartão do cidadão

Há cerca de um mês fui tratar de tirar o cartão do cidadão. Um dia depois o bilhete de identidade caducaria, portanto achei particularmente lógico fazê-lo, embora ainda me tenha suscitado algumas duvidas para não perder aquele divino jeito para 'embroncalhar' esquemas...

Disseram-me que na semana seguinte mandariam para casa uma carta, e depois já podia ir buscar o cartão novo. Passado cerca de mês e meio, mais coisa menos coisa, mas mais para mais do que para menos, lá me dei ao trabalho de pôr à prova os cascos e partir nessa grande aventura que é apanhar o autocarro em frente a casa e sair em frente ao sitio onde pretendia ir. Foi duro, particularmente duro. Mas uma pessoa tem bateria para algum tempo, logo a parte do 'duro', foi para encher metade de uma linha de texto...

A parte chata nem foi a fila, porque aquilo até estava calminho, mas o sol que hoje se fez sentir durante o caminho. Este foi daqueles dias em que o pessoal só não anda de lingua de fora porque não seria propriamente correcto passar por uma pessoa naquele jeito, e depois a gente também não somos propriamente repteís que vêem se está fresquinho ou tempo de torrar toucinho através da lingua...

Nos ultimos tempos ou levamos com uma batelada de chuva, ou levamos com um grelhador dos bons pela pinha acima irra...

Por ultimo, e para quem vive em Lisboa e deseje tratar do cartão de cidadão, é aconselhável irem à Avenida dos Defensores de Chaves (aqui sem a ironia que é costume eu escrever), que começa no Campo Pequeno. Pelo que me constou, não é dos sitios que vai mais gente, e poupa-se imenso em tempo já que as Lojas do Cidadão são uma confusão e umas fartazana de gente tal que as senhas esgotam-se num ápice...

2 comentários:

escarlate.due disse...

e além das senhas se esgotarem há um odor insuportavel no ar
e se vais em época de passaportes, estás mesmo lixado

Anne disse...

E tu tiveste sorte, eu embroncalhei literalmente o esquema todo quando perdi o pin que mandam para casa.. Ahah
Foram três belas tardes nas Olaias, maravilha!