quinta-feira, 30 de maio de 2013

Major do pior

Valentim dos Santos de Loureiro (Nasce em Calde, a 24 de Dezembro de 1938), empresário, político e dirigente desportivo português.

Frequentou o curso de Direito na
Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, sem o terminar. Juntou-se ao exército sobre o regime Salazarista e, anos depois, foi julgado e condenado em tribunal militar por andar a vender munições ao PAIGC que, alegadamente, matava os nossos soldados na Guiné. Foi também condenado por roubar as rações do exército para lucro próprio (ficando posteriormente conhecido por muitos como o "Capitão Batata"). Isto porque estava no aprovisionamento militar e desviava géneros e bens alimentares para vender para fora.
Foi expulso, com desonra, do exército.


Foi, depois do 25 de Abril, readmitido e promovido a Major pelo Conselho da Revolução.


Desviou, alegadamente, 40.000 contos do BCP com uma transacção com um cheque em dólares americanos sobre um banco que não existia.
Como cônsul "honorário" da Guiné-Bissau usou esse título para, alegadamente, falsificar certidões de nascimento de jogadores e potenciais jogadores de futebol, que comprou e vendeu numa tipologia de negócio pouco digna.
Distinguiu-se como dirigente desportivo, tendo sido presidente do
Boavista F.C. entre 1972 e 1995 e presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) até Agosto de 2006. Actualmente (2008), é presidente da Assembleia Geral da mesma instituição.


Na política, foi militante do
Partido Social-Democrata, tendo sido presidente da Comissão Política Distrital do PSD/Porto. Assumiu um papel activo quando em 1993 aceitou ser candidato à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, vencendo as eleições desse ano, e as de 1997 e 2001. Após ser desfiliado do PSD por ser acusado de práticas ilícitas enquanto autarca, venceu novamente as eleições de 2005, com a lista independente «Gondomar no Coração», que alcançou 57,5% dos votos.
Foi ainda Presidente da
Junta Metropolitana do Porto, entre 2001 e 2005 e Presidente do Conselho de Administração da Empresa Metro do Porto, S.A.
Em Julho de
2008 foi sentenciado a 3 anos de prisão suspensa, no âmbito do processo judicial conhecido como  Apito Dourado.
Foi recentemente condecorado com a Grã Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, por Cavaco Silva, por motivos referentes aos seus "serviços relevantes a Portugal, no país e no estrangeiro, pelos serviços de expansão da cultura portuguesa, sua história e seus valores". Um gesto inaceitável da parte de alguns, tendo em conta o historial negro do indivíduo.


Pelos Portugueses é considerado uma Vergonha Nacional, mas infelizmente pela classe política é um herói em virtude de pertencer à corja de políticos que temos. Isto nada abona a favor do nosso país e mostra que somos um povo passivo que nada faz para o seu próprio bem futuro.

 
"Há Um século, no mínimo, era a forca..."PARA O CONDECORADO E PARA O  CONDECORADOR".   e ainda era pouco!




Mandaram-me isto agora por mail. Interessante...









 

1 comentário:

agatxigibaba disse...

E o pior é que não é o único "artista" da nossa praça.